Seu hotel não tem problema de mercado. Tem problema de método
- Mario Cezar Nogales
- há 2 dias
- 2 min de leitura

Seu hotel não tem problema de mercado. Tem problema de método
“Mario, por que meu hotel não vende mais?”
Essa pergunta me persegue há trinta anos — sempre feita com aquele olhar de quem já sabe a resposta, mas quer que outra pessoa confirme o diagnóstico. E a resposta, na maioria das vezes, é incômoda. Não porque seja complexa. Porque é simples demais para o tamanho do problema que o gestor imagina ter.
O hotel não vende mais porque não tem estrutura comercial. Não tem tarifa inteligente. Não tem presença digital consistente. Não tem equipe treinada para converter contato em reserva. Não tem campanha planejada. Não tem relacionamento com o hóspede depois que ele vai embora. E, com uma frequência que a maioria dos donos de hotel prefere não admitir, não tem uma equipe motivada o suficiente para sustentar nada disso.
Foi para responder essa pergunta de vez — sem enrolação, sem jargão de palestra motivacional — que lancei “A Máquina Comercial do Hotel”.
Você já ouviu falar em “hotel zumbi”? É como chamo, há anos, o empreendimento que continua de portas abertas, recepção funcionando, café da manhã servido, mas que já morreu financeiramente. Vive derrubando preço porque não sabe calcular custo, e arrasta para baixo, junto com ele, o destino inteiro em que está inserido. Se essa descrição te incomodou um pouco, é porque ela deveria.

O livro é construído em torno de seis pilares que sustentam qualquer operação comercial de resultado: a tarifa certa, calculada a partir do custo real e não do que o vizinho está cobrando; a distribuição online sem depender cegamente de OTA; as campanhas que de fato convertem, e não apenas aparecem no feed; a área de reservas estruturada como motor de receita, com script e disciplina de acompanhamento; a fidelização construída com experiência — porque hóspede satisfeito não é o mesmo que hóspede fiel; e, fechando o ciclo, o clima organizacional, que a maioria trata como assunto de RH e que na verdade é assunto comercial direto.
Nenhum desses seis pilares funciona isolado. Tarifa bem calculada sem distribuição inteligente desperdiça receita. Campanha eficaz sem equipe capaz de converter é dinheiro jogado fora. E toda essa engrenagem, por mais bem desenhada que esteja no papel, não gira sem gente engajada para operá-la todos os dias — inclusive nos dias difíceis, em que ninguém está olhando.
Não escrevi este livro para ficar em prateleira de biblioteca. Escrevi para ser aberto na mesa do gestor, marcado com caneta, discutido com a equipe e aplicado na segunda-feira de manhã. Se você administra seu próprio hotel ou pousada, se você é gerente geral vivendo entre operação e estratégia sem saber onde uma termina e a outra começa, ou se você comanda uma área comercial e quer parar de depender só da alta temporada — este livro foi escrito para você.

A máquina está pronta. Falta só você decidir ligá-la.
“A Máquina Comercial do Hotel” já está disponível.
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